sábado, 15 de novembro de 2008

LINHA DO TEMPO


A realização deste trabalho, em forma de linha do tempo, trouxe conhecimentos da história da educação brasileira nos diferentes momentos, as mudanças que aconteceram na área educacional, seus pensamentos, valores, idéias e interesses.

Os avanços e recuos, que tem sido provocados por ações acontecidas nos campos sociais, econômicos e políticos, também afetaram a educação no Brasil.

Abaixo o endereço da Linha do Tempo realizada pelo nosso grupo.

http://www.xtimeline.com/events.aspx?q=Bif200810041115352216103

AS OITO IDADES DO HOMEM


Foi muito interessante e positivo ler sobre as teorias psicossocial de Erik Erikson, para compreender melhor o desenvolvimento humano.

Erikson relata que o desenvolvimento humano não pára na adolescência, mas que continua por toda a vida.

Que a vida humana pode ser entendida em termos de estágios evolutivos, sendo que cada estágio de evolução humana tem ao mesmo tempo um componente negativo e outro positivo.

Erikson nos dá uma visão geral do desenvolvimento humano em todos os períodos da vida e que é necessário haver em cada um destes períodos um amadurecimento, isto é, precisa haver alguma forma de ajustamento, ou mesmo aprendizagem para que o indíviduo alcance os objetivos da vida humana.

Explica também que a idade cronológica de cada período não é rigorosamente fixa, mas que dentro de certo limite de idade o ser humano deve alcançar determinadas características psicológicas peculiares de cada estágio.

São oito estágios evolutivos da vida humana, porém nossa atividade envolveu os quatro últimos.

A contribuição das leituras e dos trabalhos desta disciplina foi que, de certa forma entendi um pouco mais sobre o que acontece com a minha vida, as mudanças que ocorreram e que me ajudarão a compreender que outras mudanças acontecerão.

A vida das pessoas que me rodeia ( família, alunos, etc.).

Dentro do meu trabalho como educadora percebo a importância do conhecimento das fases evolutivas, pois trabalho com indivíduos que perpassam por estas fases de diversas maneiras.

A importância de se compreender o que se passa com as pessoas, seu modo de aprender, sua interação consigo mesma e com o mundo que as rodeiam.

PSICOLOGIA DA VIDA ADULTA


Muito significativo e interessante estudar a vida adulta, já que me encontro nesta fase. Compartilhar com as colegas no fórum os nossos anseios, nossas preocupações, sonhos e responsabilidades da vida madura me trouxeram reflexões sobre o que é ser adulto.

Observei que mesmo com cada colega uma vivendo uma vida pessoal e profissional de forma distinta umas das outras, muitos dos nossos pensamentos, desejos, lutas, perspectivas, possibilidades são bastante parecidas.

APRENDIZAGEM NA VIDA ADULTA


Ao realizar uma atividade sobre o desenvolvimento intelectual do jovem e do adulto, fiquei muito feliz. Como já havia trabalhado, por dois anos com a alfabetização na EJA, e foi para mim uma experiência enriquecedora que muito contribuiu para minha formação, vi no texto que mesmo ser ter naquele período conhecimento desta base teórica, já praticava algumas ações descritas no texto.

Meu trabalho estava voltado principalmente na valorização das histórias de vida dos alunos, do seu cotidiano, dos seus conhecimentos. Houve muito diálogo, participação, trocas de experiências.

Muitos objetivos foram alcançados depois que se estabeleceu uma relação de confiança com a turma dos adultos.

Na realidade busquei sempre construir de forma compartilhada (professor e aluno) uma proposta pedagógica que contemplasse os seus anseios, suas expectativas.

Foram momentos de muita amizade, carinho, aprendizagens (de ambos os lados), compromisso e afetividade.

PROJETO TEMÁTICO




Na segunda versão do nosso Projeto Temático, realizamos uma entrevista com pessoas entre 40 e 50 anos de idade, onde os entrevistados compararam sua vida entre os 18 e 20 anos de idade com sua vida atual. Nosso tema chama-se “Prazeres da Vida Adulta”

Ao realizar as leituras das entrevistas, observei que com o passar dos anos vamos mudando os nossos hábitos, nossa maneira de pensar e de agir.

Já não damos grande importância às coisas que no passado eram importantes, queremos paz, estar com a família, o aconchego do lar.

Fazendo uma reflexão sobre minha própria vida, noto que hoje minha filosofia de vida é a simplicidade. Não sou mais aquele turbilhão que fazia tudo ao mesmo tempo, hoje tento usar minha vida com sabedoria, calma, paz e amor.

PPP





Gadotti afirma que “ Todo projeto supõe rupturas com o presente e promessa para o futuro. Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um período de instabilidade e buscar uma nova estabilidade em função da promessa que cada projeto contém de estar melhor a que o presente”.

Toda mudança requer rupturas. Com relação à escola, estas mudanças significam romper com o conservadorismo, seu modo de pensar, agir e fazer. Requer uma nova mentalidade, valores e atitudes.

O PPP surge como uma mudança, um caminho a ser percorrido pela escola.

Por esta razão a construção do PPP deve partir das necessidades reais da escola, dos seus alunos, da família e dos seus profissionais, tendo como finalidade uma escola compromissada com a melhoria da educação, com a formação de cidadãos críticos, es criticos mas para que a escola consiga aneiras.rabalho com seres que tem responsáveis e atuantes na sociedade.

A construção do PPP significa transformar a realidade, mas para que a escola consiga alcançar seus objetivos é necessário que toda a comunidade escolar participe da sua elaboração dando opiniões, sugestões, sendo parte e co-responsáveis pela sua criação.

Nossa escola este ano está reconstruindo o PPP. As leituras indicadas nesta disciplina muito têm me ajudado a compreender a importância, o significado, a responsabilidade e a seriedade deste projeto, pois ele trata das bases onde será construído o futuro.

sábado, 9 de agosto de 2008



TABELA DE TEMPO




A responsabilidade, a organização e a administração do meu tempo aumentaram quando há vinte e oito anos atrás passei de filha sem grandes compromissos, a mulher dona de casa, casamento e filhos.


Depois veio a profissional e nos últimos tempos também a estudante. Na realidade os anos foram passando, a idade chegando e eu acumulei mais tarefas, por isso, a organização se faz cada vez mais necessária para não se perder no tempo.

Descrever cronologicamente o meu tempo não é tarefa simples, pois no dia a dia surge o inesperado que também tenho com responsabilidade de administrar.

Posso dizer que tento coordenar o meu tempo de forma a contemplar o que está previsto tanto do lado pessoal, profissional e acadêmico como também os imprevistos que eventualmente surgem.


Tabela de Tempo

sábado, 21 de junho de 2008

SOMBRA E LUZ


Foi uma experiência enriquecedora para meus alunos, pois partindo do concreto e de forma descontraída, eles realizaram descobertas.

Foi um momento onde eles foram instigados a resolver os desafios propostos e através de tentativas, investigações, observação e principalmente na cooperação. Eles perceberam e chegaram à conclusão de que só existe sombra se existir a presença da luz, que conforme a posição do sol a sombra também muda de lugar. Que nem tudo que fazemos de dia, podemos realizar também à noite.

Li numa reportagem da Nova Escola que esta atividade visa instigar nas crianças o desejo de investigar, observar os detalhes e intervir no ambiente.

Realmente em todo o momento desta atividade eles se sentiram verdadeiros cientistas.

O FILME BALANCE

Ao assistir o filme minha primeira impressão foi de que aquele universo ali apresentado poderia ser uma representação figurada do planeta terra e aqueles cinco seres ali presentes poderiam ser uma forma de apresentação dos cincos continentes que existem na terra.

Durante um período de tempo houve colaboração entre eles, o que mantinha o equilíbrio do “planeta”. Porém com o aparecimento da caixa que poderia estar representando algum tipo de progresso, segurança, desenvolvimento para todo o planeta, começa então uma disputa ( que pode estar representado a guerra), chegando com a eliminação de quatro deles.

Ao final, mesmo ficando sozinho e único proprietário da caixa, não conseguiu nenhum benefício.

Na realidade fiz uma relação entre os países ricos e os países pobres. Os países ricos atualmente têm um discurso de proteção à natureza, porém são os mais poluidores e consumidores dos recursos ambientais. Dominam as tecnologias, aproveitam e implantam suas fábricas potencialmente poluidoras nos países pobres, onde por necessidade de emprego e renda, as legislações ambientais destes países são subordinadas ao interesse econômico.

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Espaço e Forma




Escolhi realizar meu Plano de Estudo com a matemática e tudo que foi proporcionado nesta disciplina veio a me favorecer e contribuir.

A partir de leituras que realizei sobre geometria, observei que as séries iniciais não davam a importância devida à geometria, preocupava-se na realidade com atividades ligadas à quantificação e à linguagem.

Foi na década de 80 que o Brasil começou a incentivar e a valorizar o trabalho com geometria nas séries iniciais, depois reforçada pelos Parâmetros Curriculares Nacionais em 1997.

Na alfabetização que ensinei, foi o que realmente ocorreu. Trabalhei somente com as quatro figuras geométricas (círculo, quadrado, retângulo, triângulo). Os alunos construíam um palhacinho com as quatro figuras. A partir de um desenho, os alunos teriam que contar quantas vezes cada figura geométrica aparecia (quantificação), e desenvolver algumas das atividades dos livros didáticos.

A partir das leituras e das atividades que desenvolvi com os alunos muito aprendi, pois a geometria faz parte do nosso cotidiano, ou seja, ela está no mundo, seja qual for a situação, e nada melhor que partir do concreto para estimular a criança a observar e estabelecer diferenças e semelhanças, classificar (figuras planas e não planas), identificar regularidades e criatividade.

Quando em sala de aula, mostrei outras figuras geométricas. Os alunos as relacionaram com as figuras que eles já conheciam. Porém no momento em que comecei a movimentar as figuras, como a esfera e o círculo, eles próprios observaram que uma rolava e a outra não, havendo ali uma diferença.

Depois saímos pela escola em busca de formas geométricas chegando eles à conclusão de que o mundo é recheado de formas geométricas, pois até o planeta terra tem a forma de uma esfera.





Estudos Sociais - Teoria e Prática

Desde que comecei a estudar no PEAD, e através das leituras que estou realizando, muito tenho aprendido e refletido sobre minha atuação como professora.

Hoje, tenho um novo olhar com relação a minha prática como educadora e estou buscando como estudante reconstruir conceitos anteriores e elaborando novos conceitos.

Ficava meio intrigada, mas também achava bonito dizer: o objetivo maior da escola é formar um cidadão crítico, responsável, autônomo, participativo, etc.

Hoje, nas minhas reflexões, fica uma pergunta no ar:

- O que a escola oferece realmente de concreto para que este cidadão se torne consciente e responsável, se a própria escola ainda permanece distante da realidade dos alunos?

A escola, por ser também um espaço social, muito pode contribuir para a formação da cidadania desses sujeitos. Entretanto será preciso se libertar dos conceitos que por muito tempo foram estabelecidos, tais como ensino mecânico, fora do contexto histórico e real dos alunos, além de ainda utilizar aulas expositivas como método de aproximação entre aluno e conteúdo. Assim, não é possível atingir o objetivo maior do ensino, que é contribuir para a formação de cidadãos, ensinando-lhes dentro de seu contexto histórico real (relação tempo-espaço)

A instituição educacional deve evoluir para que realmente ocorra uma aprendizagem significativa. A escola deve partir das situações reais vividas por cada aluno no seu dia a dia, em que estes analisem, questionem, estabeleçam relações, possibilitando atuarem responsavelmente pela vida afora. Este é, a meu ver, o real papel do educador através da escola.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Plano de Estudo

Fiquei intrigada quando há alguns anos atrás uma professora disse-me que era muito fácil reconhecer os alunos que foram meus, pois eles eram muito bons no português.

Dizia ela que eles eram bons na matemática, porém em português, eram muito melhores.

Ficou em mim a pergunta: Onde estou errando na matemática?

Quando surgiu a oportunidade para fazermos o nosso Plano de Estudo, minha escolha foi trabalhar com jogos matemáticos.

Piaget diz: “Os jogos não são apenas uma forma de entretenimento para gastar energias das crianças, mas meios que contribuem e enriquecem o desenvolvimento intelectual”.

Fazendo uma reflexão nestes anos como professora, sempre trabalhei com jogos e brincadeiras na alfabetização, porém estes jogos estavam relacionados quase na sua totalidade com o Português. Talvez esteja aí a explicação do reconhecimento dos meus alunos.

Então porque não enriquecer as atividades matemáticas com jogos, utilizar o cotidiano e os saberes trazidos pelos alunos?

Temos historicamente subestimado a capacidade dos alunos. Desenvolvemos atividades e mais atividades como forma de treinamento e memorização ( não só em matemática, como também nas outras disciplinas).

Muito tenho aprendido como estudante do Pead e então, passei a proporcionar aos alunos atividades com jogos em sala de aula, onde estes têm a oportunidade e liberdade de realizar experiências, trocas, descobertas, construindo hipóteses e testando-as.

Li certa vez que a criança aprende melhor brincando e todos os conteúdos podem ser ensinados através de brincadeiras e jogos. Com certeza meus alunos, através do lúdico, estão desenvolvendo com mais facilidade e tranqüilidade os conceitos matemáticos.

Atualmente, minha participação em sala de aula está sendo mais como mediadora, trabalhando com os conhecimentos já construídos pelos alunos e estimulando-os a irem mais longe, a aprender mais.


Os alunos construindo jogos .










No concreto, de forma lúdica e prazerosa por em prática suas aprendizagens.














Construindo conhecimentos: Leituras, vídeos e curso.


segunda-feira, 21 de abril de 2008

Plano de Estudo

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL – UFRGS

CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA A DISTÂNCIA

INTERDISCIPLINA SEMINÁIO INTEGRADOR IV

Nome: Elizabeth Souza Koch

Plano de Estudo

Objetivo Geral:


Aprender, através de um estudo dirigido e planejado a contribuição de jogos matemáticos na aprendizagem dos alunos, como forma de facilitar e ampliar os conhecimentos destes sobre a matéria em foco.


Objetivos Específicos:


Realizar leituras relacionadas a utilização de jogos matemáticos para a aprendizagem desta matéria;

Realizar entrevistas com profissionais da área para obter maiores informações sobre este tema;

Participar de cursos referentes ao assunto estudado;

Ampliar o conhecimento já existente sobre o assunto em tela;

Aplicar, junto aos alunos, o conhecimento adquirido;

Socializar as aprendizagens com o corpo docente da escola a qual atuo e as colegas e professores do PEAD;


Recursos Humanos:

Os recursos humanos necessários para a execução do Plano de Estudo são: Profissionais que trabalhem com jogos e questões lúdicas, os alunos com os quais eu trabalho, o corpo docente da escola em que atuo e as colegas e professores do PEAD.


Recursos Materiais:

Os recursos materiais a serem utilizados são: Livros, xérox, apostilas, sites e materiais didáticos diversos.


Metodologia/ Estratégia:

O presente Plano de Estudo visa a compreensão sobre o tema de jogos na aprendizagem da matemática. Este Plano tem por finalidade conhecer a importância dos jogos e da questão lúdica, além de propor uma metodologia de ensino nas aulas de matemática, e de conhecer a necessidade desses jogos para a ampliação dos saberes sobre a matéria referida.

Segundo Groenwald e Timm “Ensinar matemática é desenvolver o raciocínio lógico, estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas. Nós como educadores matemáticos, devemos procurar alternativas para aumentar a motivação para a aprendizagem, desenvolver a autoconfiança, a organização, concentração, atenção, raciocínio lógico-dedutivo e o senso cooperativo, desenvolvendo a socialização e aumentando as interações do indivíduo com outras pessoas. Os jogos, se convenientemente planejados, são um recurso pedagógico eficaz para a construção do conhecimento matemático.[1] (Grifo meu).

Observando as autoras acima citadas, é perceptível que o uso de jogos e materiais lúdicos, se bem planejados, no ensino da matemática é de grande valia, entretanto, percebo a necessidade de um maior estudo para a compreensão do mesmo e para a aplicação destes em sala de aula.

Para adquirir tal conhecimento utilizarei como técnicas e ferramentas leituras de livros e textos referentes ao assunto, cursos relacionados à área da matemática, procura em sites e entrevistas com profissionais que trabalham com jogos e possuem conhecimento nessa área.

A partir desta estratégia pretendo adquirir e ampliar meus conhecimentos sobre as questões elencadas acima.


Cronograma:


Mês/

Atividades

Abril

Maio

Junho

Julho

Agos.

Set.

Out.

Nov.

Dez.

Leituras

X

X

X

X

X

X

X

X


Entrevistas


X

X

X






Cursos*

X

X

X

X

X

X

X

X

X

Aplicação



X

X

X

X

X

X

X

Socialização







X

X

X

* Os cursos serão realizados de acordo com as disponibilidades dos mesmos.


Evidências:

As evidências referentes às minhas aprendizagens dar-se-ão através da aplicação dos jogos e atividades lúdicas junto aos meus alunos, bem como a socialização com meus colegas e professores dos conhecimentos adquiridos ao longo do referido estudo.


Avaliação:

A avaliação dos conhecimentos adquiridos se dará através de observações, analise documental, perguntas de avaliação, relatórios, filmagens e fotos.




BIBLIOGRAFIA

http://paginas.terra.com.br/educacao/calculu/Artigos/Professores/utilizandojogos.htm - Site consultado em 17/04/2008

https://www.ead.ufrgs.br/rooda/rooda.php - Plano individual de Estudos – Site consultado em 17/04/2008


[1] Claudia Lisete Oliveira Groenwald e Ursula Tatiana Timm -

quinta-feira, 27 de março de 2008

Reflexões das Aprendizagens 2007


Nunca é tarde para começar ou mesmo recomeçar. Nunca é tarde para aprender. O importante é que a partir das aprendizagens se compartilhe o que aprendeu.


Quadro pintado por Gabriela, 7 anos

Quando foi pedido para que construíssemos o Blog do Portífolio me causou, de início certa insegurança, já que estava acostumada a desenvolver as atividades no Blog.

Aos poucos fui aprendendo e interagindo com mais esta possibilidade de desenvolver as atividades.

Minha tutora, a partir dos seus comentários, muito me auxiliou, pois foram através destes comentários que aprendi, entre outras, coisas a fazer ligações entre as disciplinas. Ela demonstrou ser paciente dando sugestões e sempre pronta em nos ajudar no que era preciso.

Quanto às disciplinas, muito contribuiu para refletir minha postura como educadora, meus acertos e meus erros, levando-me a muitos momentos a mudanças e principalmente a inovações.

Este curso com suas leituras (que vem numa linha de tempo) têm me ajudado a entender a Educação de hoje, os nossos alunos e até nós mesmo professores.

O segundo semestre do ano de 2007, foi muito produtivo para mim e para os meus alunos. Foi onde pude colocar em prática minhas aprendizagens compartilhando-as com os meus alunos.