Em nossa primeira aula presencial, quando foi pedido para se olhar no espelho por alguns minutos, fiquei meio sem jeito. Talvez porque com o dia a dia corrido meu olhar no espelho é para ver se a roupa está bem, se meu cabelo está despenteado, enfim é um olhar rotineiro.
No momento que tive a oportunidade de me olhar mais profundamente, vi as marcas até então construídas ao longo dos anos da minha vida, isto me fez lembrar que certo dia, quando estava fazendo almoço e escutando rádio, ouvi do locutor uma frase que teria dito o cantor francês Charles Aznavour no momento em que a maquiadora ia fazer sua maquiagem, a frase foi mais ou menos assim: “Não tente tirar as marcas que levei oitenta anos para construir”.
Estas marcas na realidade é a nossa história de vida.
2 comentários:
Oi Elizabeth,
Essa dinâmica de se olhar no espelho é muito rica, assim como o teu comentário, que é extremamente poético, e me fez lembrar as marcas que eu traco da vida. Mas quais seriam as marcas que o seus alunos trazem da vida? E como estas marcas foram construídas? São marcas que fazem estimular a auto-estima? Como lidas com tantas marcas em sala de aula?
Muito gratificada com o seu posicionmento.
Um abraço
Márcia Caetano
Tutora
Querida aluna Elisabeth Souza Noch
A partir de hoje vou fazer parte dos comentários no seu portfólio.
Achei interessantes as suas reflexões. Percebe-se que houve aplicabilidade com seus alunos, dos conhecimentos adquiridos no Curso PEAD.
O que podemos refletir da colocação para o dia-a-dia com nossos alunos?
“Não tente tirar as marcas que levei oitenta anos para construir”.
É muito interessante a sua observação.
Para a sua trajetória acadêmica é muito importante os seus registros.
Desejo sucesso empreendedor na sua vida familiar, profissional e acadêmica.
Um abr@ço virtual,
Professora Geny Schwartz da Silva
Tutora seminário Integrador VI
PEAD/FACED/UFRGS
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